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Estratégia de Ação

    Para que os objetivos do projeto sejam alcançados estão previstos a implementação de bolsas, estágios e consultorias, além da articulação de parcerias técnicas entre o Estado, DSR/INPE, Embrapa Gado de Corte e a Fundação de Apoio a Pesquisa Agropecuária e Ambiental. Tão logo o projeto seja aprovado a Embrapa deverá efetuar a parceria com o INPE mediante instrumento próprio a essa finalidade.


    Serão constituídos cinco planos de ação, correspondentes a cada um dos módulos definidos na metodologia. O primeiro plano de ação deverá prover o projeto do banco de dados modelado e apto para receber as informações básicas espacializadas. No segundo plano deverão ser obtidas as informações espacializadas atuais referentes à cobertura vegetal. No terceiro plano será definida uma metodologia para mapeamento de pastagens degradadas e obtidos parâmetros topográficos em áreas testes. Os resultados desses três planos são imprescindíveis ao desenvolvimento do quarto plano de ação, cuja modelagem e desenvolvimento do sistema de informação será concebido em função dessa base de dados consolidada, a qual deverá prever uma interface amigável para o usuário. Para modelagem e implementação de um sistema de apoio à tomada de decisão será selecionada uma área amostral dentro do Estado, que contenha os requisitos necessários de acordo com a legislação vigente. O plano de ação cinco deverá garantir a homogeneidade da equipe de desenvolvimento, campo e interpretação de imagens por meio de treinamentos em épocas oportunas e finalmente consolidar toda essa base de conhecimento com a implementação e operação do sistema proposto.

    Para um desenvolvimento satisfatório do projeto deverá ocorrer um sincronismo entre os planos de ação. O plano de ação cinco depende, na maioria das suas atividades, dos resultados dos quatro planos anteriores. O plano de ação quatro, mesmo desenvolvido concomitantemente ao plano um, dois e três, depende de todas as informações provenientes destes. A não implementação das bolsas ou estágios em tempo hábil, bem como a não disponibilização de pessoal, recursos financeiros, veículos, equipamentos (principalmente computadores) pelo IMAP, comprometem decisivamente, o alcance das metas e objetivos do projeto nos prazos estipulados.

    O INPE e a Embrapa (CNPTIA e CNPGC) contribuirão com sua vasta experiência em P&D, a Fundação será responsável pelos cursos de capacitação, enquanto o Estado disponibilizará técnicos para trabalhos de campo e aplicação de geotecnologias, além de veículos e infra-estrutura computacional no local.

    Os resultados obtidos serão difundidos em apresentações e publicações em congressos e similares, elaboração de manuais de usuário, relatórios técnicos e publicações em revistas especializadas. A validação da tecnologia deverá ocorrer ao final dos primeiros 18 meses do projeto, quando o sistema elaborado deverá estar implantado e operacional no Estado.

    O Estado, além de parceira técnica deverá ser inicialmente a maior beneficiária dos resultados obtidos, sendo que o mesmo estará envolvido em todas as etapas durante o desenvolvimento da pesquisa. Ressalta-se que a metodologia sendo validada poderá ser aplicada a qualquer Estado brasileiro, com pequenas adaptações.

    Em linhas gerais, os resultados advindos da implantação de um sistema de monitoramento e tomada de decisão desta natureza terão diversos beneficiários, tais como:

Beneficiários Regionais

  • Sistema Estadual de Planejamento

  • Sistema Estadual de Gestão Ambiental

  • Sistema Estadual de Produção e Turismo

  • Sistema Estadual de Desenvolvimento Agrário

  • Sistema Estadual de Infra-estrutura

  • Sistema Estadual de Arrecadação e Controle

  • Ministério Público Estadual

  • Agências de Fomento

  • Empreendedores Estaduais

  • Organizações não governamentais

  • Beneficiários Locais

  • Prefeituras Municipais

  • Empreendedores Rurais

    No caso específico da administração do Estado de Mato Grosso do Sul, as seguintes Secretarias de Estado deverão se beneficiar com os resultados: Coordenação Geral de Governo (Secoge), Planejamento Ciência e Tecnologia (Seplanct), Meio Ambiente (SEMA), Produção e Turismo (Seprotur), Desenvolvimento Agrário (SDA/Idaterra), Infra-estrutura (Sinfra) e Arrecadação e Controle (SERC).

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