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Mapas de Problemas Fitossanitários

 

Às informações do Banco de Dados geográfico de informações climáticas dos cenários futuros no Brasil foram aplicados modelos de desenvolvimento de pragas e doenças, gerando um Banco de Dados geográfico de problemas fitossanitários, único no País a contemplar tais informações.

A distribuição geográfica e temporal nos cenários climáticos futuros de 41 problemas fitossanitários de 11 culturas (espécies florestais, maça, pêssego, soja, uva, milho, algodão, mamona, forragicultura, laranja e coco) foi obtida por meio da confecção de 3.420 mapas. A validação desses mapas obtidos para o período referência (1961-1990) envolveu a atuação de 65 especialistas de 28 instituições do País e avaliou os efeitos no clima futuro, considerando os períodos de 2011-2040, 2041-2070 e 2071-2100, para os cenários A2 e B1 de emissão de gases de efeito estufa.

Alguns problemas fitossanitários terão sua importância aumentada e outras diminuídas ou neutras no futuro, porém devem-se verificar o deslocamento regional dessa importância e a mudança da época do ano favorável climaticamente para sua ocorrência. Desta forma, cada problema fitossanitário deverá ser estudado em sua particularidade, possibilitando a proposição de medidas de adaptação para garantir a sustentabilidade dos sistemas agrícolas.

A seguir é apresentado um exemplo de mapas de problema fitossanitário do Banco de Dados Geográfico desenvolvido pelo Projeto:

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Distribuição geográfica e temporal do período de incubação (dias) da ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastratrix) para os estados produtores do Brasil nos meses de janeiro a junho, pelo Quarto Relatório do IPCC, cenário A2 (Figura: Emília Hamada – Embrapa Meio Ambiente).

 

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Distribuição geográfica e temporal do período de incubação (dias) da ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastratrix) para os estados produtores do Brasil nos meses de julho a dezembro, pelo Quarto Relatório do IPCC, cenário A2 (Figura: Emília Hamada – Embrapa Meio Ambiente).